será que sou?

Acho que um nome nunca veio tanto a calhar. Eu volto aqui quand tout explose. É meu refugio. Meu e da minha solidão. Sem julgamentos, sem outros, sem medo. E acrescento, a maioria ao som de los hermanos. Minha catarse. Assim como sugere, vem dos momentos que minha alma se limita e precisa evacuar. Por esse motivo, não escrevo semanalmente e desapareço por tempos. Por anos.

Desde dois mil e sete tentando, e em doi mil e vinte seis ainda com muitas duvidas. Sei que é dificil se encontrar, fácil é se perder. Quem eu sou? Quem eu me tornei? Quem deixei de ser? Só sei que aqui me reencontro. 

Parafraseando meu eu em 2007 

"O tempo passa, nada permanece o mesmo. A vida é tão, tão, inexplicável, perplexa.
O que sou hoje? Se lhes dissesse que sou o que gostaria de ser, mentiria. Mas sou o que consigo ser, sou o que o tal "tempo" me fez ser, amanhã quem sabe serei alguém totalmente diferente, mas o futuro a mim pouco importa."
 

Ele passou e nada é igual. Nada mesmo (nada?). Ainda não sou quem eu gostaria de ser. Será que serei? 

Não me leia erroneamente, a vida me foi boa. Mas não é sobre o de fora, vem de dentro. Sem se aprofundar, vem cá, vem me conhecer Sara. Musica? Feeling good, Nina. Banda? Los hermanos. Cor? Verde. Fruta? Banana. Comida? Escondidinho. Estação? Verão. Lugar? Praia. 'Que mais? Livro? O caçador de pipas. Filme? Flor? Wildflower. É, agora vivo em inglês e creio que perdi meu jogo de pavras que tanto me divertiu. Bebiba? tbd

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