terça-feira, 23 de março de 2010

Tá bem assim.
O noite quente da unha de certo modo ironiza a noite fria, solitária e com pinta agradável que acontece.
Aquele sentimento de delicia parece penetrar por entre os poros do corpo - até que enfim -, tudo parece mais lúcido, porém, apimenta o ápice dos mais contráditórios sentimentos. Tá bem sim, assim.
A vizinhança horizontaliza o esqueleto(como diria Bonner), talvez não todos, mas como madrugada de terça-feira é o dito habitual para a grande massa, digo grande massa deste modo não generalizando. O sono rodeia mas não bate de frente ao meu corpo, o que me faz estar acordada, talvez também a vontade de rabiscar. A ausencia de por em nota(quase) tudo que sinto, ouso pensar ou apenas ouço me assombrou, não era pra estar aqui, mas já dizia oscas wilde "Todo impulso que nos empenhamos em sufocar incuba no nosso espirito e nos envenena", meu corpo que intoxicado já está porventura não aguentou e ultrapassou a linha entre esse e a alma.                                                  Acredite, a vontade se foi num simples passar de 10 minutos rabiscando e trazendo a tona o pensamento!
E sendo assim, farei o que de não de direito, mas o que devo, tá bem assim.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Sem idéias.





Sem vontade






Empurrando com a barriga

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Wikipédia

"Para os filósofos Santo Agostinho e Descartes, vontade e liberdade são a mesma coisa: a faculdade através da qual somos dignos de louvor, quando escolhemos o bom, e dignos de reprovação, quando escolhemos o mau.

Agostinho e Descartes concordam em que o fato de nós humanos termos vontade nos torna responsáveis pelas nossas decisões e ações. A dimensão moral do homem decorre do fato dele ter vontade.

Em Agostinho, a escolha digna de reprovação é pecado. Em Descartes é erro. O pecado é uma falta religiosa oriunda da vontade. O erro é uma falta moral ou epistêmica. Moral quando a falta oriunda da vontade é prática. Epistêmica quando a falta oriunda da vontade é teórica.

Agostinho e Descartes também concordam em afirmar que o fato de termos vontade não só nos torna responsáveis por nossos atos e decisões como também livra Deus de qualquer responsabilidade sobre a mesma, tal como explica a teodicéia."

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

about my confusion

The door is open but i'm dont know to where can i go.
It's free to me choose a way
but, which way? There's no path that i want follow
I just know that i'm like in a prison, my prison
and who don't want to let me go? well, its me.
Has some feelings in my soul that i can not take away
How can i take it away? Hm, i can see that i have a long way to follow...

terça-feira, 27 de outubro de 2009